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segunda-feira, 30 de julho de 2012

METEORITO FUKANG - MISTÉRIO E BELEZA VINDA DO EPAÇO:

Meteorito Fukang – Mistério e Beleza Vinda do Espaço

Meteorito Fukang – Mistério e Beleza Vinda do Espaço
Por Gério Ganimedes
Quando esta rocha aterrissou na superfície da Terra, havia poucos indícios da real beleza contida em seu interior, entretanto ao cortarem o meteorito, a pedra espacial chamada de Fukang rendeu uma vista de tirar o fôlego. Dentro da rocha, cristais translúcidos dourados de um mineral chamado olivina, brilhavam entre um favo de mel prateado constituido de níquel e ferro. O raro meteorito foi descoberto em 2000 no deserto de Gobi, na província chinesa de Xinjiang. Desde então tem sido dividido em fatias que dão um efeito de vidro colorido, quando o sol atravessa através dele. Um colecionador anônimo detém a maior porção, que pesa 420 Kg. Em 2008, esta peça era esperada arrecadar dois milhões de Dólares em um leilão na Bonham, em Nova York - mas ficou ainda para vender.  É tão valioso que mesmo pedaços pequenos são vendidos na região de entre R$ 50,00 a R$ 80,00 por grama de rocha. 
O Laboratório de Meteoritos a Sudoeste do Arizona é quem detém cerca de 30 Kg da pedra espacial e garante que é uma das mais notáveis descobertas de meteoritos do século 21. Segundos peritos o Fukang ofusca todos os outros exemplos conhecidos da classe “Pallasite” (A pallasite é um tipo de pedra-ferro originada de meteoritos), que representa apenas um por cento de todos os meteoritos. No entanto, não é o maior. Em 2005 o caçador de pedras do espaço Steve Arnold desenterrou uma amostra de 635 Kg no Kansas. Os peritos do laboratório do Arizona disseram que a classe “Pallasites”, constituida metade de níquel e ferro, metade de Olivina, pode fornecer uma idéia, de como pode ser a rica fomação de relíquias (Pedras preciosas) de um planeta. Acredita-se que estas formações, dentro dos meteoros, estão intactas e foram criadas durante a formação do sistema solar há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás e que muito poucas destas amostras podem ter sobrevivido a sua descida através da atmosfera da Terra.  O laboratório dos EUA afirma que sua fatia polida do meteorito original é a maior seção de meteorito do mundo da classe “Pallasite”, medindo 92 cm por 50 cm.
Fonte: Daily Mail – UK
Leia a matéria em inglês AQUI
Tradução, conversão de medidas e texto adaptado: Gério Ganimedes.

Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©: http://projetoquartzoazul.blogspot.com/2012/04/meteorito-fukang-mis...
Valuable: The main mass of the Fukang meteorite, which failed to sell after being valued at $2million
Valioso: A massa principal do meteorito Fukang, que não conseguiu vender depois de ter sido avaliado em $2milhões de dólares. A rocha espacial intacta pesa tanto quanto um carro pequeno

4.5 billion years in the making: Golden olivine meets silvery nickel-iron to create a stunningly beautiful mosaic effect
4,5 bilhões de anos na tomada de olivina de Ouro reúne prateado níquel-ferro para criar um efeito de mosaico belíssimo
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Serviços da Nova Inglaterra Meteoritical

Pallasites

Quando cortados e polidos, os pallasites estão entre os mais belos de meteoritos. Estas amostras contêm cristais de olivina.
O perídoto pedra semi-preciosa, está contido dentro de uma matriz de níquel-ferro é muito parecido com os pedaços de frutas em uma fatia de bolo de frutas. A cor dos cristais de olivina pode variar de um âmbar escuro à luz verde, dependendo particularmente de onde o  meteorito é visualizado. Em fatias finas de Pallasites, os cristais são translúcidos à luz. Infelizmente, o corte fino é um método pobre de preparação de Pallasites enquanto os cristais têm pouco metal para mantê-los na matriz..
Pallasites são muito escassos e acredita-se que são formados sobre corpos diferenciados na área de transição entre o núcleo de metal-rico e do manto olivina-rico em que a olivina pode arrefecer lentamente o suficiente para formar cristais relativamente grandes. O pallasite Brenham é um exemplo representativo e relativamente disponível desta classe.



O admirável Pallasite é como um meteorito único que este  site inteirodedicou  para isso, e as fatias de Meteorito Pallasite estão todas aqui, junto com histórias e fotos de nosso tempo na strewnfield Admire.




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Olivina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Perídoto (variedade de olivina) em basalto. Proveniência: San Carlos Indian Reservation, Gila Co., Arizona, EUA.
Os membros do grupo das olivinas são constituídos por silicatos de magnésio e ferro, com fórmula química (Mg,Fe)2SiO4, formando uma solução sólida em que a razão Fe/Mg varia entre os dois extremos.
Sendo esses extremas a forsterite Mg2SiO4 e a faialite Fe2SiO4. Este mineral dá ainda o nome a um grupo de minerais com estrutura semelhante (o grupo da olivina) que inclui os minerais monticellite e kirschsteinite. Os minerais do grupo da olivina cristalizam no sistema ortorrômbico, e são nesossilicatos.
É um dos minerais mais comuns na Terra, tendo também sido encontrada em rochas lunares, em meteoritos e inclusive em rochas de Marte.

Identificação e paragénese

A estrutura da olivina à escala atómica, vista ao longo do eixo a. O oxigénio é representado pela cor vermelha, o sílicio pelo rosa, e o ferro/magnésio por azul. O rectângulo a preto indica a projecção de uma célula unitária.
A olivina apresenta-se geralmente com cor verde-oliva (daí o seu nome) ou amarelo-claro, apesar de poder apresentar uma cor avermelhada devido à oxidação do ferro. Tem fratura concoidal, sendo bastante friável. A sua dureza é igual a 6.5-7, com peso específico 3.27-3.37 e lustre vítreo. Pensa-se que a cor verde seja devida à presença de pequenas quantidades de níquel. O hábito das olivinas é normalmente granular e maciço.
A olivina transparente é por vezes usada como gema em joalharia, sendo geralmente designada como perídoto. Também por vezes chamada crisólito. As melhores amostras de olivina de qualidade gemológica têm sido obtidas de um jazigo constituído por rochas do manto, na Ilha Zabargad, no Mar Vermelho.

A olivina ocorre em rochas ígneas máficas e ultramáficas e ainda como mineral primário em algumas rochas metamórficas pois cristaliza a partir de magma rico em magnésio e pobre em sílica, o qual dá origem à formação de rochas máficas e ultramáficas, como gabro, basalto, peridotito e dunito. A olivina ou as suas variantes estruturais de alta pressão constituem cerca de 50% do manto superior, tornando a olivina um dos minerais mais comuns do planeta, em volume. O metamorfismo de dolomite impura ou de outras rochas sedimentares com alto teor de magnésio e baixo teor de sílica, pode produzir forsterite.

Referências

  • Hurlbut, Cornelius S., 1966 pr, Dana's Manual of Mineralogy, 17th ed., ISBN 0-471-03288-3
  • Hurlbut, Cornelius S.; Klein, Cornelis, 1985, Manual of Mineralogy, 20th ed., ISBN 0-471-80580-7
  • Deer, W. A., Howie, R. A., and Zussman, J. (1992). An introduction to the rock-forming minerals (2nd ed.). Harlow: Longman ISBN 0-582-30094-0
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Olivina

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este mineral é excelente para a cura. Trabalha o auto-engano, as máscaras, a raiva, o medo do desconhecido e do fracasso. Emite também energia amigável, pode ser usada para purificar os chacras do coração e do plexo solar.Providencia um campo de proteção à volta do corpo e remove todos os miasmas, quando usado com regularidade e constância. Alinha todos os corpos subtis.

Extraído de: http://pedrasicristais.blogs.sapo.pt/8750.html

Perídoto

PERIDOTO
(Também é conhecido como olivina ou crisólita)
 
O Peridoto tem uma cor verde  translúcida muito bonita.
Foi durante a II Guerra Mundial que a energia curativa do Peridoto se tornou mais conhecida ajudando pessoas que sofriam a angustia do período tenebroso da guerra. Ele é um purificador físico e emocional, cura mágoas. Pode afectar certos estados emocionais negativos, como raiva e inveja. Cura egos feridos e ajuda a reparar relacionamentos deteriorados.
Está ligado principalmente ao plexo solar (3º chacra) e ao cardíaco (4º chacra). Limpa e estimula o coração trazendo aceitação e abertura aos relacionamentos amorosos.
 
É uma excelente pedra de cura, sendo poderoso calmante e tónico regenerador do corpo.
Auxilia o sistema digestivo, alivia prisão de ventre e inflamações do intestino. Ajuda em doenças da vesícula, fígado e rins.
Facilita o parto estimulando as contracções.
Trata picadas de insectos.
Ajuda a equilibrar o sistema endócrino.
Auxilia o desenvolvimento e bem estar físico.
 
Publicada por
Extraído de: http://cristaldecura.blogspot.com.br/2011/02/peridoto.html


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Tags: Fukang, Meteorito